quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL!!!!!!!!


Feliz Natal!!!!!!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Divulgando Amigos

Lembranças de Areia-PB
Balneário de Furnas_30/10/2011

Fragmentos Sinceros de Vida
Simone Barreto


O alto canta,
A esperança encanta, trazendo o melhor da vida,
A humildade é sua essência,
Para que riqueza?
A saúde é tudo que temos!
A vida e sua simplicidade andam de mãos dadas,
Juntas, fidelidade!
Temos um caminho a seguir,
Uma missão a cumprir,
Viemos com ela antes de nossa existência,
Sabedoria Divina,
Sempre uma eterna criança.
Viva em nosso coração,
Algo que guardamos em nosso ser,
Ao qual amamentamos a vida inteira,
E que nunca se cansa.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Show beneficente em prol do violonista Elpídio Ferreira, o grande Violão de 7 Cordas



Janine Maia e Lúcia Helena Maia convidam a todos os areienses para um show beneficente em prol do nosso artista Elpídio Ferreira, que passou recentemente por uma delicada cirurgia de vesícula e está momentaneamente impossibilitado de tocar seu Violão de 7 Cordas.
O show acontecerá no Cariocando Bar, dia 15/12 (Quinta), à partir das 20h, com Hugo Leão, Geffe Guimarães e Amigos.
O Ingresso custa apenas R$ 10,00 (Dez Reais) e pode ser adquirido com Lúcia Maia e Taluã no telefone (83) 8845-4731, ou no Cariocando Bar que fica na Av. João Maurício, 2011, praia do Bessa, João Pessoa.
Na ocasião, o CD de Elpídio estará à venda por R$ 15,00 (Quinze Reais).

Amigos e fãs de Elpídio se mobilizam para ajudar o artista nesse momento e estão fazendo doações através da conta bancária de sua filha.

Nome: Edileuza dos Santos Melo
Conta Corrente: 33822-2
Agência: 1617-9
Banco: Banco do Brasil S/A

Agradecemos antecipadamente aos amigos a solidariedade em prol de um artista que está, no momento, impedido de realizar suas funções.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

ESTAMOS COM FOME DE AMOR E CARINHO.

Texto de Antonio Claudio Maia
Correspondente Carioca do Blog de Ana Clara Maia
Texto Complementar de Arnaldo Jabor

“Você poderá arrancar as minhas unhas, me pendurar no pau-de-arara, dar choque em meus genitais, mas meu cérebro e minhas idéias estão totalmente fora de sua capacidade de entender.
Somente meu corpo está ao alcance de sua ignorância humana e social.”

“Prefiro o derradeiro momento pela bala de um fuzil, do que ver meu povo sendo eliminado pela caneta irresponsável de um ego que governa.”

Frases fortes e de efeito, com apelo moral, social e político que caracterizam a tentativa de materializar os sentimentos entre o gênero humano nos mais diversos cantos do mundo, tão qual eram os discursos inflamados de Lênin na antiga Rússia, na tentativa de formatar e mobilizar homens e idéias, já estamos até acostumados em leituras diversas sobre a história da humanidade.

O que fica mais estranho de se compreender é esse mesmo gênero humano tentar formatar a si mesmo em busca de um isolamento, tendo como premissa a auto-gestão de seus sentimentos, numa utópica corrente comportamental moderna.

Enquanto as fontes de informação nos favorecem em florescer novas idéias e nos despertam para novos sentimentos através do poder solidário da globalização, nos ajudando mutuamente a identificar em que lugar do mundo poderemos ser mais úteis objetivando a sobrevivência humana e do planeta, outros tantos ignoram solenemente nossas raízes oriundas do sentimento.

Podemos inclusive fazer uso de algumas assertivas de Nietzsche, em relação a opção totalmente voluntária de algumas pessoas de ficarem sós e olharem exclusivamente para seus umbigos. Nietzsche assim dizia: “Quanto mais me aproximo do saber do Ego, mais me distancio da essência”.

Até a dinâmica das células biológicas se agregam buscando os pares ou grupamentos, mas os seres humanos atuais, aqueles que conseguem caminhar na frente dos ponteiros dos relógios, aqueles que batem metas, aqueles super torneados em academias e marombados como os antigos “Adônis” gregos, esses cada vez mais vazios e robotizados, desagregados por opção, contrariando a ciência ou a religião.

Não se está aqui discutindo a Etimologia, Semântica e Semiótica, o Signo, o Significante ou o Significado, estamos aqui falando de Mentes, Pensamentos, Idéias, Carinhos e Sentimentos, sentimentos humanos, necessidade de sobrevivência, associação com sua própria espécie, social ou amorosa.

Roland Barthes, escritor, sociólogo e filósofo francês, um homem que criticava conceitos absolutos, complexos e insensíveis que circulavam na sociedade e centros de educação franceses, em sua obra de 1977, “Fragmentos de Um Discurso Amoroso”, dá uma resposta a seus contemporâneos, que haviam marginalizado completamente a linguagem do amor de sua esfera do pensamento, das suas concepções artísticas, culturais ou científicas. Ela era reputada como algo pertencente a um passado sentimental, sendo portanto segregada por aqueles que se diziam modernos.
Roland Barthes realça todo o tempero de aproximação humana voltado ao sentimento, buscadores de relações simples e duradouras, sem plastificar idéias e corpos, motivando os olhares, o toque, o maneio gestual, o cheiro, o rosto com rosto, um braço encostado em outro braço, as mãos entrelaçadas e o mesmo olhar para o universo daqueles dois num só ser; o gozo como conseqüência, era pleno e duradouro.

Ou seja: sai fora tesão cego e egoísta, orgasmos mecânicos e materialistas, pensamentos dominadores com hora marcada de ir ao salão, à academia, visitar um cliente, e ainda se ter tempo de discutir as metas do dia seguinte com seus chefes e equipes.

A sociedade atual, encontra-se bem sujeita a uma falência sentimental por completa inanição do romance, promovendo a masturbação tecno-virtual, pela busca do isolamento voluntário, equivocadamente considerando que seu Ego basta.

Texto Complementar de Arnaldo Jabor _ RJ

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos.
Chegam sozinhas e saem sozinhas.
Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos!
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes.
Os novíssimos “personal dancer”, incrível.
E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvída?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber
carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçados.
Sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.
Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão
distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de
relacionamentos ORKUT, FACEBOOK, TWITTER e outros, o número de comunidades como: “Quero Um Amor Prá Vida Toda!”, “Eu Sou Prá Casar!”, “Antes Só”, “Desesperançada”, “Nasci Prá Ser Sozinho”, etc.
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, insensíveis, plásticos, quase téreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos.
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, prá chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio,
démodé, brega, cafona, esquisito.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer
ridículos, abobalhados, e daí?
Seja ridículo, não seja frustrado, “pague mico”, saia gritando e
falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza?
Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele.
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o
dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser
estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: “vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora.
Mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”.

Antes idiota, que infeliz!


“Saudações Cariocas e Niteroienses, com sangue paraibano.”

domingo, 4 de dezembro de 2011

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro-RJ

Texto de Antonio Claudio Maia – Correspondente carioca do Blog da Ana Clara Maia

Implantação do projeto de adaptação da Avenida Ayrton Senna, com a criação do novo corredor viário Transcarioca, ligando simultaneamente a região oceânica com as zonas sul e norte da cidade, e subúrbios via Linha Amarela.

A Barra da Tijuca, indiscutivelmente é um dos lugares mais valorizados por metro quadrado do mundo, passei boa parte da minha juventude desfrutando do mar da Barra, namorando em suas areias, indo ao autódromo do Rio ver as corridas dos primórdios da StockCar, ver as decolagens de para-pente e os vôos de asa delta, pescando em noites de lua cheia na praia ou na Lagoa de Marapendi.

A modernidade urbana, num forte galope com a construção civil tomaram conta do lugar, tanto para construções habitacionais quase que exclusivamente para a classe A, como também para as construções comerciais de todos os ramos, shoppings gigantescos foram criados bastante semelhantes ao que vemos em Las Vegas, no estado de Nevada nos EUA, a fim de atrair o comércio com público vindo de todas as localidades do Rio de Janeiro, das cidades metropolitanas como Niterói, e principalmente turistas brasileiros e estrangeiros

A Barra da Tijuca possuí quatro principais entradas e saídas, que não mais estavam suportando o volume de tráfego que aflui ao lugar. Um trajeto Niterói-Barra que levava em média 30 minutos, de cinco anos para cá passou a levar de 2 a 3 horas no trânsito.

Sendo a Avenida Ayrton Senna a principal e mais moderna das quatro vias de acesso existentes, tornava-se mais do que necessário passar por uma reengenharia de tráfego que possibilitasse um maior número de veículos com a fluidez necessária e exigida por seus moradores e freqüentadores. Isso tudo sem esquecermos da manutenção das reservas de mangues e matas atlânticas do lugar, possibilitando uma coexistência harmônica com as características naturais das reservas ambientais.

A criação do corredor viário denominado de Transcarioca veio a muito bom tempo ser implementado na Avenida Ayrton Senna, dando mais alma ao lugar e com condições satisfatórias de acesso a um dos cartões postais do Rio de Janeiro.

Segue em anexo, uma explanação em filme de como ficará a nova via de acesso à Barra da Tijuca, curta a modernidade carioca.

Um gostinho de água na boca para você que conhece a Areia daí, venha conhecer um pouquinho da areia de cá.

www.youtube.com/embed/ASJeMAPWb6A
(Copie este link na linha de endereços de seu navegador)


"Saudações cariocas e niteroienses com sangue paraibano.”

sábado, 3 de dezembro de 2011

Rumo à cultura!

A comissão organizadora do Ponto de Cultura História e Estórias de Pilões começa o trabalho de coleta de informações com entrevistas às pessoas selecionadas e que, de alguma forma são interessantes para a metodologia do projeto.
Veja mais em:
http://historiaeestoriasdepiloes.blogspot.com/